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[21/07/2010] Simples e básico.
Os princípios e práticas de gestão sustentável que estão se tornando indispensáveis às empresas comprometidas com a sustentabilidade do planeta – e do próprio negócio.
Em 1996, a indústria de compostos agroquímicos Fersol, de São Paulo, atravessava uma fase difícil. Havia reduzido metade dos funcionários e acumulava dívidas. A solução que se apresentava era fechar a empresa, então com 21 anos de atividades. Ao invés disso, o diretor Michael Haradom reuniu os funcionários para informar que iria hipotecar seu patrimônio pessoal, não demitiria ninguém por um ano, reajustaria os salários e ampliaria os benefícios, reduziria a remuneração dos diretores e redobraria o cuidado com a questão ambiental, com a redução do desperdício, com a reciclagem e diminuição dos resíduos gerados. Em 1999 a dívida estava sanada, e em 2001 o faturamento da Fersol chegou a US$ 100 milhões.
O caso da Fersol ilustra a situação que começa a se apresentar às empresas de todo o mundo: a necessidade de estratégias de crescimento - ou de sobrevivência - que levem em conta o futuro do negócio e do planeta. Essas estratégias precisam estar inseridas na abordagem mais ampla de sustentabilidade, que se apoia sobre o tripé econômico, ambiental e social.
Veja algumas medidas que podem ser tomadas imediatamente pelas empresas que desejam se adequar às práticas sustentáveis:
PRÁTICAS
• Implantar as técnicas de produção mais limpas
• Não desperdiçar água e energia elétrica
• Realizar coleta seletiva do lixo
• Reduzir a geração de reíduos, utilizando o conceito de 4Rs: Redução, Reciclagem, Reutilização e Recuperação de materiais
VANTAGENS
• Evita desperdícios, reduz custos e aumenta a produtividade
• Reduz despesas
• Controla desperdícios, contribui para a reciclagem e gera novas atividades na comunidade
• Aumenta a produtividade, diminui os gastos com a compra de insumos e ainda obtém receita com a venda dos materiais recicláveis
Autores: Juliana Winkel e Marcos Graciani
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